2 anos

Esse poema eu fiz para minha namorada,comemorando os 2 anos  namoro.

Eu sempre te pergunto
“O que você viu em mim?”
E você nunca responde
Então eu vou dizer
O que eu vi em você

Eu vi um lindo sorriso
Um sorriso constante e sem igual
Um sorriso que sempre que vejo,
Me esqueço de todo mal.
 

Eu vi uma menina abençoada
Bem animada,e o rosto cheio de luz
Que ora,que canta e que em seu rosto
resplandece , a luz de Jesus
 

Eu vi uma pessoa simpática e interessante
Bem elegante,e amiga de todo mundo
Eu vi uma pessoa tão especial
E senti por você um amor profundo
 

Eu vi uns olhinhos apertados
cabelinho cacheado e bem vermelhão
Eu vi uma bochechas bem cheias
que dá vontade ,de apertar de montão
 

Eu vi uma menina esperta
trabalhadora e bem ativa
Eu vi que você seria a menina certa
E que eu só precisava,de iniciativa
 

O mais importante
Não foi o que vi
Foi na verdade
o que eu senti
 

Senti que você era a “lua que iluminava meu sol”
Que o fogo que arde sem se ver não é o só Metanol
Que o que afeta meu coração não é só o colesterol
Lol!
 
Sara,esse poema brotou
Do fundo do meu coração nobre
Eu só peço desculpas
Por a rima dele ser pobre


Fabricio, 27/11/2013 – Dois anos de namoro

Micro-contos #2

Esses 5 são micro-contos que eu criei.Eles se relacionam entre si,então pra aproveitar melhor,leia esses contos

Era uma vez um cara trapaceiro que invadiu um laboratório abandonado pra ver se poderia obter lucro.Ele roubou umas coisas como uma sacola de feijões genéticamente modificados,hormônios de sapo e uma maçãcujá (uma maçã misturada com DNA de maracujá).Ele vendeu isso pra várias pessoas e ficou rico.



Era uma vez um cientista que criou uma formula do crescimento.Ele tomou e ficou tão grande,que não cabia em nenhum lugar conhecido.Então ele resolveu morar num lugar afastado dos humanos.Com a saída dele,o laboratório faliu e muita gente perdeu o emprego.


Era uma vez uma família que ficou miseravel porque o chefe da casa perdeu o emprego,pois o laboratório em que ele trabalhava faliu.João,o filho da família procurou comida na feira.Ele só achou feijões de um cara trapaceiro,mas o feijão era muito ruim então a familia de João jogou tudo fora no quintal.

Era uma vez um cara que tomou hormônios de sapo e virou um sapo falante,mas ele não ficou preocupado,por que sabia que se sua namorada o beijasse ele ia voltar a ser humano,mas a sua namorada havia comido uma maçãcujá e acabou dormindo.Fim

Era uma vez um cara chamado João VII,ele era de uma família pobre.Tudo que a família dele tinha era um pé de feijão enorme que não dava feijão nenhum,e havia nascido há anos.Então João VII subiu nesse pé por curiosidade,e achou um cientista gigante que havia criado várias formulas,inclusive uma gansa que colocava ovos de ouro.João VII pegou alguns ovos da gansa e foi embora,sem que o gigante percebesse.


















Micro-contos #1

Essa postagem é de teste.Eu quero criar micro-contos que se relacionam entre si.Leia e veja se ficou bom.
  • Era uma vez um Lobo que não tinha nada pra comer por que devastaram toda a floresta que ele morava pra construir um condomínio pra idosos.Então um dia ele resolveu atacar esses idosos pra poder se alimentar.Mas no final das contas ,o lobo não pode se defender e acabou sendo morto por um caçador;




  • Era uma vez uma dona de casa muito ocupada.Era divorciada,tinha 2 filhos pequenos e cuidava da mãe.Então ela ficou sabendo que construíram um condomínio pra idosos.Ela se animou e mandou a sua mãe morar lá sozinha.Mas como sua mãe era rica e ela queria herança,sempre levava doces para sua mãe morrer de diabetes,e assim ficar com a herança.Mas a Dona de casa morreu primeiro.



  • Era uma vez um caçador bisbilhoteiro,que vivia na floresta.Ele se tornou amigo de uma idosa que morava por lá.Um dia ele viu que a senhora recebeu visita,uma mulher.Então quando a visita saiu,ele viu essa visita dizendo que iria matar aquela idosa de diabete.Irado,ele matou essa mulher e deu de comer a uns filhotes de lobo orfãos,que ele cuidava.

Quadrilhas

Esse texto foi baseado em "Quadrilha" de Carlos Drummond de Andrade só que essa quadrilha aqui é uma máfia


João devia a  Teresa que chifrava Raimundo
que estuprou Maria que odiava Joaquim que amava Lili
que não era envolvida no mundo do crime
João "foi para os Estados Unidos"(nessa máfia "Ir para os EUA" significava morrer), Teresa para a cadeia,
Raimundo "morreu de desastre"(foi desastre provocado), Maria"suicidou " Joaquim 
e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.

Chapolin-Origens Secretas




Sabe,todo super-herói tem uma origem.O Superman veio de Krypton,o Homem aranha foi picado por uma aranha,o Hulk recebeu radiação e por aí vai.mas e o Chapolin Colorado?Qual a origem secreta dele?


Então essa postagem tem como objetivo inventar origens secretas para ele.Eu vou postar duas.Comente criando Origens pra ele!
"Numa terra de pobreza violência e injustiça,surge um herói que ao receber um martelo forjado pelos deuses Astecas,decide lutar por verdade ,justiça e pelo modo mexicano de viver,seja onde for.Ele recebeu esse martelo ,por que era incorruptível e puro de coração"

E agora outra

"Após saber que seus pais foram assassinados por um terrivel bandido chamado Tripa-seca,um orfão chamado Chaves decide ir atrás de justiça ,seja onde for:Em casas de ricos,em casas de pobres,no faroeste,no antigo egito e até em Vênus...Inicialmente se intitulava polegar vermelho,depois vermelhinho,mas pra honrar o CH que sua mãe tinha no nome e o Colorado que era o time que seu pai torcia,ele se transformou em Chapolin Colorado"
Essa imagem não é minha,fonte:Desciclopedia

Agora uma curiosidade:Sabia que Chapulin(nome original dele)significa gafanhoto


Bom é isso,comente dizendo o que achou e tambem criando origens pro chapolin

texto estranho

Leia este texto abaixo e tente descobrir se tem algo de estranho nele:

Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter com impossível. Pode-se dizer tudo, com sentido completo, mesmo sendo como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr inibido pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.
Trechos difíceis se resolvem com sinónimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo desporto do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o 'E' ou sem o 'I' ou sem o 'O' e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo sem o 'P', 'R' ou 'F', o que quiser escolher, podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?
Cultivemos nosso polifónico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.

Esse texto não tem a letra "A"

Texto inteiro só com a letra P


Não sei de quem é esse texto,mas ele é bacana

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.

Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.

Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.

Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.

Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.

Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.

Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.

Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem
para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos.
Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes.
-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.

Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província.

Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:

-Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.

Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?

-Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.

Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.

Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando…”

Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar…
Para parar preciso pensar.
Pensei!
Portanto, pronto pararei.